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A Duquesa e o Gato ♠

"I'm worse at what I do best." ☆

31
Ago23

Disney e a Actualidade (Sim, eu escrevo "aCtualidade"!)

Vamos por partes, aqui não há preconceito com raças, religiões, sexualidade, condições físicas e/ou psicológicas, o que seja... Preconceituosa eu só sou com ladrões, violadores, assassinos e qualquer criminoso que cometa algo contra a vida (ou a condição de vida) de outra pessoa. 

Agora, ao longo dos tempos temos visto mudanças nos "Contos Populares", nos livros escolares, na própria forma de se falar, etc. Se há coisas que necessitam evoluir? Claro. A sociedade muda, os tempos mudam e é preciso acompanhar a evolução. Mas, há mesmo necessidade de excluir os 7 anões da Branca de Neve e de colocar uma moça colombiana a fazer de Princesa que é "branca como a neve"? O próprio nome da princesa tem uma lógica de o ser... 

Pessoas, aqui o caso nem é de preconceito, é de exclusão! Estão a excluir os anões do conto e a Branca de Neve para, simplesmente, afirmarem que estão a incluir outros e não serem preconceituosos. Qual a necessidade disto? Pocahontas "nasceu" em 95, é indígena e é das minhas Princesas preferidas, por exemplo. Com isto quero dizer que, no mundo actual das crianças, a inclusão existe e cada vez existe mais -felizmente.  Não creio que exista necessidade de retirar as princesas brancas. Nem tão pouco entendi a necessidade de retirar os anões do Reino Encantado dos Contos. 

Actualizar os Contos seria, por exemplo, actualizar apenas a idade das princesas! Essa parte, na minha opinião, é preocupante. Agora, a cor da princesa? Porque sim?! O príncipe? Os amigos? A cor do cabelo?  Se os contos tiverem preconceito explicito, acredito que DEVAM ser alterados nessas partes, fora isso... Estão MARAVILHOSOS!  Consumi todos em miúda, adolescente e ainda os consumo agora, na vida adulta. 

A inclusão é IMPORTANTE, desde que não se exclua. 

E os príncipes? Caramba. Deixem as miúdas sonharem com um príncipe encantado. Temos tempo para nos desiludirmos na vida adulta!

E as que não forem hetero? Não são e pronto! Está tudo bem. 

 

É tanto o medo do "cancelamento" que hoje em dia TUDO é um problema e tudo tem de ter floreados para ser aceite. 

Cabe-nos a nós RESPEITAR os outros, de qualquer cor, sexualidade, religião, estatuto, etc. 

(e eu sou uma nerd. AAAAADORO os 7 anões! )

Ah. Vou só deixar a imagem da princesa mais linda da Disney. 

Agora, DEVOLVAM OS MEUS ANÕES!

22
Ago23

O Humor vai m0rr3r!

Não falo do humor negro... Falo do humor em geral. (eu gosto até de humor negro, dependendo da ocasião e do teor - MEU gosto!)

Hoje em dia, as pessoas estão, cada vez mais, ofendidas com o ar. 

Claro que há causas que devemos apoiar e fazer com que exista uma voz para dar ênfase ao problema. Mas, não será o humor que irá estragar a luta contra o racismo, feminismo, etc... É necessário estimular a actividade cerebral e saber diferenciar humor de ofensas/preconceito. 

Hoje em dia, temos medo até de falar, porque qualquer pessoa poderá pegar no que dissemos e fazer disso um problema contra algo. 

Durante anos, rimos das piadas de loiras ou alentejanos (um exemplo!) sem associar sequer - directamente- a todas as loiras ou a todos os alentejanos! Hoje, fazer uma piada sobre isso é rebaixar as loiras ou ser preconceituoso com os alentejanos. 

Pois bem, sou asmática, tive anorexia, sou mulher e sou do campo. Rio-me desalmadamente com piadas sobre essas temáticas até. E porquê?! Porque sei diferenciar o que é humor! Irei SEMPRE lutar contra as diferenças sociais e salariais que existem contra a mulher, irei sempre apoiar causas que ajudem a informar e combater D.A., irei sempre amar o campo, irei sempre preocupar-me com o nosso ar e com os tratamentos para a asma.

Isto foi um exemplo, apenas para mostrar que, o humor não deita abaixo nenhuma causa nem as pessoas. é humor apenas.

E vocês sabem o bom que é assistir a um stand up?!  Sabem o que é quase ter um ataque de asma de tanto rir durante 1h30?! É tão bom poder RIR com vontade... e, hoje, estamos a perder isso. Porque podemos rir de algo que nos vai fazer ser crucificados somente porque um grupo de acéfalos não tem capacidade de utilizar o cérebro para diferenciar humor de preconceito.  Porque, hoje, é mais importante colocar ódio em tudo. Porque, tudo é um problema. E quando digo "tudo", é mesmo "TUDO". 

Quem faz humor, não quer ofender ninguém, não quer rebaixar ninguém. Apenas utilizam bases para gerar humor. A maldade, nestas situações, muitas vezes está em quem ouve e interpreta como sendo mau algo.  

-"Ah. Uma piada sobre uma mulher na cozinha. Porque não sobre um homem?" - Ora, porque a piada foi sobre a mulher e porque teria piada nesse contexto. Não vai retirar NADA à luta da Mulher!  

O preconceito existe. O preconceito é a "não-evolução" do ser humano. A incapacidade de raciocínio  também. 

O problema principal é que se tenta arranjar forma de destilar ódio em tudo.  Basta olharmos as redes sociais. Basta olhar a política de cancelamento que existe. (Sim, nós estamos a CANCELAR PESSOAS somente por opiniões contrárias ou algum acto, muitas vezes, irreflectido . E muitas vezes também condenamos pessoas por algo que disseram ou fizeram só porque não o diríamos ou faríamos igual) 

É tanta a militância que estamos a um ponto de militar sobre a vida alheia...

(Lamento se ofendo alguém com a minha opinião. Porque, nos dias que correm, é complicado não seguir padrões e ter-se uma opinião própria.)

[Sim, já sei que vou receber haters...]

21
Ago23

Patrão vs Funcionário

Há anos que ouço a velha ladainha do "duro que é ser patrão".

Há anos que vejo e ouço patrões afirmarem, convictamente, de que é necessário "vestir a camisola". 

Tudo bem. Tudo certo, até aqui. Temos o dever de ajudar a manter o posto de trabalho, desde que o mesmo não se sobreponha à sua saúde física e mental, e claro, desde que se cumpram os direitos e deveres de todos. 

Desde que ingressei no mercado de trabalho que vejo a autoridade com que patrões manipulam a vida pessoal dos funcionários. Fazer horas, todos já fizemos, fazemos e/ou faremos. Mas, todos temos o direito a dizer um  "não" sem sermos humilhados, sem ouvir bocas e piadinhas como se a vida fora do trabalho não fosse de seu direito, simplesmente existir.

Ficar doentes, todos ficamos.  No meu caso, sempre fui trabalhar doente porque nunca quis prejudicar os meus colegas com excesso de trabalho... Mas, não seria a mim que me competiria pensar nisso! Nenhum funcionário deveria de se sentir na obrigação de assegurar trabalho aquando não se sente bem. Essa função cabe a quem gere.

E férias/folgas?! A dificuldade em ter férias ou a culpa que certos patrões colocam nos funcionários, simplesmente, por irem de férias e/ou terem as suas folgas?! 

Continuamos a ouvir coisas como "tens de assegurar isto como se fosse o teu negócio". Não o é! O funcionário tem de fazer o seu trabalho e ponto. 

 

Deveres, temos! Direitos?! Também temos!!! (e temos vida pessoal fora do trabalho)

O assédio existe, é praticado em MUITOS locais de trabalho. (E não, o assédio não é somente sexual!)

Infelizmente, é difícil apresentar queixa sobre o mesmo. As pessoas necessitam do trabalho e as consequências depois, dentro da empresa, jamais serão benéficas para o funcionário. 

 

Sim, há gente folgada que não quer trabalhar e fazem fitas e fitas. E sim, também há bons patrões (algures!). Mas, há realidades em que, por um misero ordenado mínimo, se fazem horas e horas, se fazem kms e kms, se esgota mentalmente o funcionário e ainda se manipula a sua vida em prol da empresa... E infelizmente, em muitos locais!

 

Eu mesma já vivi isso. Em que teria de estar 24h/7 disponível, sem folgas, sem férias, sem vida... 

10
Ago23

"And Just Like That" - O Sexo e a Cidade - part 2

Acabei.

Gostei.

Resumindo: Há amores que não são para a vida  mas são amores da vida.  E, podemos amar mais do que uma vez...

 

Continuei a não gostar do contorno em volta da Miranda. Achei que se desvalorizou a personagem com todas as voltas que deu.

Adorei a Che!!! Adorei todas as que vieram. Foram boas surpresas.

Senti a falta da Samantha que me irritava profundamente.  Mas adorei o regresso de uma determinada personagem (sem spoiler!) 

A  Carrie... Bem, é a Carrie! 

04
Ago23

"And Just Like That" - O Sexo e a Cidade

A Vânia já chorou, já riu, já se revoltou, já fez "uuuuuuh" e...ainda está nas ânsias de ver como finaliza !

Achei tão interessante assistir a uma das minhas sérias preferidas actualizada, com as mesmas personagens mais mais velhas e mais maduras! Claro que, confesso, a falta da Samantha Jones é sentida....  Obviamente que era a personagem exagerada da série mas dava uma certa piada com as suas aventuras relâmpago e o ser tão desinibida.

As novas personagens deram um certo brilho, principalmente para transportar a série para a actualidade. Apenas odiei ver a Miranda nesse lugar. Não sei, achei que não encaixou e que foi um pouco forçado e confuso. Já a Che... AMEI! (Pelo menos até agora. Ainda não vi tudo

E, claro, o desaparecimento do Stanford e do Big (por razões diferentes)... 

 

Esta temporada veio com elegância e modernidade. 

03
Ago23

a tal da Liberdade de Expressão...

https://vitorianaanorexia.blogs.sapo.pt/a-tal-da-liberdade-de-expressao-14750

(Lá no blog)

 

Relativamente aos meus últimos "posts" , recebi mensagens e comentários do mesmo teor. Ou seja, a "informar-me" de que só está nas redes sociais quem quer.

Verdade, claro que é verdade.

Mas, mais uma vez, "a liberdade de um acaba quando começa a do outro". E acho que muita gente não entende isso e acha que é de seu direito comentar sobre o aspecto físico (ou o que seja!) da outra pessoa. 

Então vejamos... Um jovem (ou até adulto!) tem redes sociais para conviver, passar tempo, divertir-se... Ao fim e ao cabo, é para isso mesmo que as temos! Do nada, publica uma fotografia/vídeo. Recebe comentários sobre o seu peso, a sua mancha no rosto, as suas borbulhas, etc. A moça bonitona coloca uma foto. É chamada de p**a, v*c*, oferecid*, etc. Uma pessoa expõe a sua sexualidade. Lê um monte de comentários preconceituosos... (Entre outras situações que, infelizmente, existem!)

A pessoa lê tudo. A auto-estima que tem (se é que a tinha) vai ao fundo. Fica depressiva (se é que já não o era). Entra numa espiral de negrume, paranóia, baixa auto-estima, desacreditação, etc. Atenta contra o seu bem mais precioso. As pessoas que fizeram os tais comentários, seguem a sua vida. Não foi nada com elas.

Para elas, não têm culpa de nada. O outro é que é fraco. Mas têm ! Todos somos culpados pelos NOSSOS actos. E, referir algo negativo que irá afectar a outra pessoa é um acto egoísta nosso.

"Mas a pessoa não a m*tou". Não. Apenas contribuiu para que o outro se sentisse pior e fizesse algo.  

Em Setembro, grande parte dessas pessoas vestem as suas redes sociais de amarelo. Afinal de contas, a culpa nunca é delas e ser "solidário" está na moda. 

PS.: Vocês sabem que custa menos energia e demora o mesmo tempo fazer um comentário positivo ao invés de um negativo?!

(e pode ajudar tanto uma pessoa...)

 

"Ai que drama, Vânia!"

Não.

Não é drama.

É realidade nua e crua!

01
Ago23

Já fui blogger, agora sou somente preguiçosa

Confesso que já fui muito activa neste mundo dos blogs. Outrora.

Tinhamos um grupo bastante activo e encorajador por aqui. Faziamos questão de ler e estar presentes uns para os outros. Era giro! Tornamo-nos amigas e, ainda hoje fazemos questão de ir estando presentes umas com as outras de vez em quando. 

Hoje em dia,  poucos os bloggers (desses tempos e desse grupo) se mantêm por cá e creio que, mesmo por isso, cada vez que tento voltar, acabo por me cansar e deixo de vir. Não que não existam blogs interessantes, porque eu mesma sigo alguns e gosto imenso. Mas, sei lá. Devo de ser eu que não tenho já tanta paciência.  Provavelmente é da idade... 

Mais sobre a desgraçada.

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