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A Duquesa e o Gato ♠

"I'm worse at what I do best." ☆

Expliquem-me lá onde é que o Pêgo assumiu a homossexualidade?!

(Pois... isto foi tema da semana passada. Ando atrasada no tempo!)

 

Mas continuo a dizer que, no meio de um texto daqueles, destacarem que o Rui é homossexual é coisa de alguém que foi às aulas de Português e apenas retirou das mesmas que os Lusíadas foram escritos por um homem sem um olho cujo nome acabava em ''ões''. 

 

(Não consegui ter capacidade de fixar que estava escrito no texto que o rapaz é gay... embora ache que isso não era novidade.)

 

Espero que, quando a Merche Romero (sei lá! Saiu-me...)  escrever algo, que retirem disso que a rapariga é heterossexual (não sei, é um suponhamos!), visto que os textos - da malta dita famosa- agora servem para ''definir'' perante a comunicação social a sua sexualidade. 

Viagem de Finalistas...

A minha viagem de Finalistas foi...maravilhosa! Tinha reunidos amigos de diversas cidades e consegui estar com todos eles nas quase 2 semanas. O problema foi que, muitas das vezes, tinha de me deslocar á noite, por uma cidade que mal conhecia...embora os meus amigos muitas vezes insistissem em acompanhar-me, muitas das vezes optava por ir sozinha (grande erro!).  Num certo dia, vejo um amigo de olho negro e perguntei o que se passava. Tinha sido assaltado na noite anterior e o coitado ainda levou porrada! Bem, isso não me impediu de socializar o máximo possível. Ao ir do café para um bar (all by myself), vejo um rapaz a seguir-me. Aumento a passada. Ele também! Mais um bocado... e ele o mesmo! Começo a correr e o rapaz corre atrás de mim a pedir para não correr. confesso que era boa em desporto mas na parte de atletismo deixava a desejar. Fui apanhada. Toda eu tremi. Toda eu quis gritar. Toda eu quis chorar. Ao que o rapaz me diz : ''Não devias de andar sozinha por aqui. Tem havido assaltos nesta rua.''

Pronto, o rapaz acompanhou-me até ao bar. Agradeci e nunca mais o vi.

Teria sido mais fácil se tivesse logo dito que não me queria assaltar! 

O tal jornal...

Confesso que sou pessoa de gostar de ler jornais e revistas. Porém, há um jornal com o qual embirrei há uns tempos atrás e que no fim de semana passado me fez jurar para nunca mais o comprar. Um jornal português que, actualmente, tem também um canal televisivo.  (ainda não perceberam qual é pois não?)

Pois bem, passo a explicar o porquê:

A minha irmã telefona-me bastante aflita a dizer que um casal que adoro (inclusivamente trato ambos por tios desde pequena) teve um acidente e mandou-me a noticia que andava a circular entre o pessoal conhecido. Pelo teor da notícia entrei em pânico, só imaginei ser muito grave! Ao ficar mais em mim pensei que podia ser mentira. Podia não ser sobre eles! Não queria telefonar a nenhum dos filhos ou mesmo cônjuges pois se fosse tão grave como dizia na noticia eles haveriam de estar sem cabeça para telefonemas. Mas também não queria andar a telefonar a pessoas da terra pois se não fossem eles poderia estar a lançar o caos na aldeia e a contribuir para oferecer matéria prima ás cuscas de serviço! Mas ao mesmo tempo não estava bem... Decidi mandar uma mensagem a explicar tudo ao genro pois ele e a filha (do casal) são grandes amigos meus. Ele respondeu imediatamente. Só disse que o jornal tinha exagerado, que a sogra já tinha tido alta e o sogro estava internado pois estava um pouco partido (mas nada de muito grave). Depois do alívio, toca a ir ler a noticia outra vez. Para começar, "um casal espanhol" que era bem português, ambos nascidos e criados (um deles meu vizinho) ! Depois, um "violento acidente em que a mulher foi projectada 30metros" mas que sofreu somente uns arranhões - milagrosamente- e que, pelos vistos, foi projectada sem sair do carro. Estão em estado grave-gravemente rodeados de quem os ama e a receberem carinho da família e o pânico de quem leu a notícia!

E, se por um lado estou feliz por eles estarem bem, por outro penso na família deles que está longe e que podem ter lido a mesma notícia que eu li.

Era atirarem-lhes a merda do microfone ao lago.... ups!

Acampar na Penha? As vezes que for possível!

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Quando o Marco me falou em acampar em Guimarães aceitei sem pensar duas vezes. Só depois percebi que isso iria incluir dormir numa tenda. Tinha feito campismo uma vez na vida (tinha 8 anos!) e ele nunca o tinha feito por isso seria um desastre previsto... (Nós acampamos no Verão mas sempre em caravanas de amigos e conhecidos, pelo que isto foi uma novidade. - Acabou por nem correr assim tão mal!)

Foi uma viagem de 3 horas que se fez bastante bem. Chegados ao destino, o carro começou a deitar água (aquilo é uma subida enorme e parece que acontece frequentemente). 

Decidimos deixar o carro arrefecer enquanto montávamos as tendas num local em que estava sol (eram 10 da manhã) e que seria de fácil acesso à casa de banho e ao bar. 

Devo dizer que, o Parque de Campismo da Penha, é dos parques mais bonitos que já vi! O verde abunda naqueles lados e as pessoas são extremamente simpáticas e prestáveis...Não podemos dizer que não fomos bem tratados pois foi precisamente o contrário! Fomos sempre recebidos com um sorriso por TODOS os funcionários deste parque (e pelos do Bar) e sempre nos ajudaram e aconselharam quando precisámos. 

Tivemos sorte com o tempo, pois fomos nos primeiros dias de Junho e por isso acabamos por arriscar um pouco mas compensou. Ainda conseguimos saborear a água da piscina (que é aberta para os campistas!) e conhecer os profissionais do parque onde passamos 4 dias fantásticos. 

Mesmo que não queiram acampar, aconselho a visitarem a Penha. A paisagem é tão relaxante que nos dá uma sensação de estarmos num país completamente diferente.

Podem ainda fazer diversas caminhadas e visitar Guimarães descendo de teleférico (só está a funcionar durante o dia).

As noites em Guimarães são igualmente fantásticas. Nós acabamos sempre o dia a beber um café (ou a bela da sangria!) no centro histórico que, além de lindo é super acolhedor.

 

Aproveitamos e passamos também por Braga para visitar o Bom Jesus do Monte e o Santuário de Nossa Senhora do Sameiro. Vimos "Braga por um canudo" pois acabamos por não ir à cidade mas visitar estes dois locais foi um voltar à infância e descobrir novas paisagens. Precisaríamos de ter o carro em bom estado e mais tempo disponível para poder visitar Braga como a própria cidade mereceria. Mas este "cheirinho" de Braga já nos soube bem e é muito bonito. 

 

A viagem de regresso decorreu sem percalços, e aproveitamos por passar no Peso da Régua (onde almoçamos muito bem!) e em Lamego. Mais dois sítios que faço intenções de conhecer com mais tempo e que me fizeram pensar que o nosso país é realmente demasiado bonito para se ir passar férias fora dele!

  

Adorei esta experiência embora tenha passado as noites sem conseguir dormir (alergias). O Parque é maravilhoso, as pessoas são espectaculares, Guimarães é magnifica e a noite em Guimarães então é perfeita! 

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Um obrigada especial à Sónia G. pela ajuda.

Infelizmente não podemos visitar todos os locais que me sugeriste pois o carro avariou, mas vai ficar para uma próxima! Alguns visitamos e adoramos. OBRIGADA  

 E um obrigada a todos os funcionários do Parque de Campismo da Penha (e do bar) por nos terem acolhido tão bem. 

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Voltaremos, sem dúvida alguma! 

"Dá-me um post!" - convidado Sr. Solitário

Peço desculpa por ter tido as minha rubricas em stand by. Infelizmente não tive tempo para andar por cá nestas últimas semanas.

Mas, posso dizer que voltei em grande pois o meu convidado, o  Sr.Solitário, tem um dos posts que mais me chamou a atenção por estes lados e que mostra o lado mau de algo que me faz comichão em toda a minha alma: O Preconceito

Vamos conhecer o post do Sr.Sol?

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-Olá a todos. Fui convidado para esta rubrica que me agrada imenso. Primeiro porque gosto imenso da Vânia, e depois porque adoro a ideia de podermos partilhar um dos nossos posts preferidos para que mais pessoas da blogosfera o possam ver e comentar.
Escolhi este post sobre preconceito porque é algo que, infelizmente, me aconteceu e do qual arranca muita perplexidade para quem o lê.
O ser humano é capaz de fazer um ato tão cruel para com outro ser, e tudo por causa de uma diferença que para muitos não é aceite.
 
 

"Já assumi aqui no blog a minha homossexualidade. Fui bem aceite por esta sociedade  da blogosfera, o que me deixa bastante animado.

Por ser diferente, ou seja, por ter uma orientação sexual diferente, algo que ainda não é tão bem aceite assim nesta sociedade, já fui alvo de muitas situações de preconceito. Desde a humilhações em público, piadas e olhares desagradáveis, ao longo destes quase 30 anos, já passei por um pouco de tudo.

 

Contudo, a situação que hoje vos vou relatar, por mais inacreditável que possa parecer, aconteceu! Uma situação de puro preconceito, uma atitude por parte de um ser humano que não aceita tal facto e o mostrou da pior forma possível.

 

Era domingo à tarde. Estava entediado em casa por não ter o que fazer. Decidi ir caminhar um pouco pela rua para desanuviar a cabeça, aliviar a tal irritação que se instalou em mim.

Na minha caminhada, passei por um café onde estavam alguns jovens cá fora, não sei precisar quantos nem quem eram, e isso foi um dos maiores erros da minha vida.

 

Ao passar pelo estabelecimento oiço piadas do género:

"Olha o paneleiro!";

"Vai levar no cú o filho da p***";

"Mata-te seu porco!";

"És um nojo, és um lixo".

 

Ignorei tais comentários e continuei a minha caminhada. Nestas situações é melhor desprezar, é o que esse tipo de pessoas merece. Mesmo que reagisse, iria ser pior, pois eles eram muitos e eu estava sozinho.

Talvez eles quisessem mesmo que eu reagisse para terem uma oportunidade de mostrarem o seu desagrado para comigo de uma forma mais violenta. Eu nunca lhes dei esse gosto.

 

Ao regressar, algo no meu instinto me dizia para não passar pelo mesmo sítio onde fui humilhado, mas como eu não fiz mal a ninguém e nem me apetecia ir por outro sítio mais longo, arrisquei. Maldita a hora em que o fiz.

 

Eles continuavam lá, estavam a ouvir música. Uma música dos Da Weasel, nunca mais me esqueço! Atravessei a rua na passadeira sem olhar uma única vez para o café e para o que se passava ali.

Porém, de repente, senti uma dor lancinante na cabeça. Instintivamente levei a mão à parte de trás da cabeça, senti um golpe, voltei a mão e vi que estava suja de sangue. Cambaleei até ao passeio. Na passadeira jazia uma grande pedra no chão. Aquela que me atingiu, atirada por alguém que se escondeu de seguida pois, ao olhar para o café, este encontrava-se deserto.

Um deles veio espreitar para ver se eu estava vivo ou coisa do género e voltou-se para dentro logo depois. Ninguém me perguntou se estava bem, ninguém me ajudou. Foi o preço que paguei pelo desprezo.

 

Fiz o caminho de regresso a casa cambaleante, a dor na cabeça era insuportável, deixava-me zonzo. A ferida não parava de sangrar. Cheguei a casa e não consegui dizer mais nada. A minha mãe olhou-me e perguntou o que tinha acontecido, alarmada. Contei-lhe tudo, as lágrimas corriam pelo meu rosto sem eu conseguir impedi-las.

Imediatamente ela ligou para a GNR. Perguntaram-me se eu tinha visto quem me atirou a pedra, eu respondi que não. Ouvi do outro lado da linha "Então não podemos fazer nada".

 

A minha mãe, completamente fora de si, foi ao café disposta a resolver o assunto pelas próprias mãos, como um animal feroz defende a sua cria.

"Eu quero saber quem atirou uma pedra ao meu filho?! Acusa-te seu covarde!" - gritou ela. Ninguém se acusou. A senhora do café disse não saber de nada, estava claramente a mentir, pois foi ela quem o escondeu, vim a saber mais tarde.

 

O caso foi encerrado ali. Nada mais havia a fazer, ou se havia, nós não sabíamos como agir.

Um paneleiro apedrejado na rua. Ninguém foi culpado, eu é que sofri todas as consequências físicas e psicológicas que advieram daí. Talvez a culpa foi minha, quem me manda ser como sou? É... a culpa deve ter sido minha...

 

Ouve alguém que lá estava nesse dia e me disse quem me atirou a pedra, mais tarde, talvez por descargo de consciência. Pelo menos, eu sei quem foi.

 

Cruzo-me com ele por diversas vezes. Ele nunca me olha nos olhos, não me encara. É o maior covarde que eu conheço neste mundo.

Um dia, quando tiver oportunidade, dir-lhe-ei que nunca, mas nunca, o perdoarei! Tudo se paga neste mundo, eu acredito muito nisso, e um dia ele me pedirá ajuda e eu irei recusar... não sei! Eu sou muito diferente dele.

 

Nunca lhe vou perdoar. Se o fizer, não só estou a perder o respeito por mim próprio, como também daqueles que, como eu, todos os dias luta contra este maldito preconceito."

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E vocês? O que acharam deste post? Também vos trouxe as emoções à flor da pele? Confesso que a mim me deixa sempre imensamente triste por saber que as pessoas passam por estas coisas e que ainda existe gente sem humanidade por este mundo. Obrigada Sol, por teres aceite o meu convite... 

A minha próxima convidada? Quero convidar a maior fofinha aqui da zona: Kikas

Vai ser operada? Afinal não!

Ontem fui com a minha mãe ao hospital para que ela fosse operada ao canal lacrimal. Chegamos antes das 8 horas, conforme pedido. As funcionárias da secretaria chegaram um bocado depois das oito. Quando chegou a nossa vez, não encontravam o nome da minha mãe no sistema -tranquilizaram-na dizendo ser habitual acontecer coisas dessas. Ela foi instalada num quarto e ficamos a aguardar por mais informações e pela operação. 

Duas horas depois chegou o enfermeiro a dizer que a operação da minha mãe não tinha sido colocada no sistema pela médica, pelo que a mesma não poderia realizar a operação. Pediu para esperarmos mais um pouco pois a médica viria falar connosco e pedir desculpa (segundo ele, seria o mínimo que ela podia fazer - e eu concordo!) 

E pronto, voltamos para casa depois de uma manhã passada no hospital só para fazer uma visita à malta. Andou a mulher sem comer e beber durante a manhã toda para dizer "olá" à médica... 

 

 

Na piscina também há coisas estranhas...

Há algumas coisas que não percebo e que acontecem nas aulas de natação. (A sério, todos os dias é algo novo!)

Mas vou só enumerar-vos somente algumas que comentamos nos balneários na ultima semana:

 

-Porque carga de água usam maquilhagem nas aulas. (Há uns dias olhei para uma colega e reparei que toda ela era manchas de base pela cara, rímel esborratado e anti-olheiras já nas bochechas.)

-Porque raio as miúdas, no fim das aulas, fazem questão de colocar o fato de banho no rabo - como que a fazer de tanga! (a sério! Não é só uma que o faz. Nem duas ou três. E não creio que seja muito confortável...) 

- Usarem dois fatos de banho ao mesmo tempo! (As mesmas miúdas que enfiam o fato de banho no rabo, por vezes levam ainda outro fato de banho -de duas peças- por baixo daquele.Julgo que seja para o "style" pois, no fim da aula, deixam "cair" a parte de cima do fato de banho e por lá andam a passear durante uma hora!)

-Levarem a garrafinha de água afastada do corpo para não se molharem. ( Juro! Esta matou-me quando vi!)

-Deixarem a roupa, que ainda vão usar, espalhada pelo chão dos balneários. (Isto inclui cuecas e sutiãs!)

-Reclamarem das toalhas que as mães lhes colocaram no saco da piscina (são miúdas de 16\17 anos)! Uma dessas meninas até comentou com as colegas que a mãe em casa a ia "ouvir" - por lhe ter mandado uma toalha com rendas... 

-Tomarem banho e irem aos espelhos ver se o champô está bem colocado, voltar aos chuveiros, colocar gel de banho e irem novamente aos espelhos ver se a coisa está bem feita....  ( aaaaaaaah)

-Esquecerem-se uma carrada de vezes do amaciador e nós (eu e alguma das minhas colegas) termos de lhes emprestar os nossos! 

-(E uma das que mais me irrita...) Acabarem as aulas e só meia hora depois irem tomar banho! Ou seja, só vão tomar banho quando nós estamos a acabar as aulas e queremos tomar o nosso... (Isto significa que temos de esperar que as meninas tomem banho pois ocupam os chuveiros todos. E são meninas para fazerem do chuveiro um banco de jardim!)

 

Aproveitando a ''revolta'' da Chic'Ana sobre os balneários femininos, antecipei este meu post que seria para amanhã... e destas não tens, Chic?

 

Para quem não sabe, ando numa turma de natação para adultos. Temos aulas ao mesmo tempo que uma carrada de miúdos no auge da sua adolescência... 

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