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A Duquesa e o Gato ♠

"I'm worse at what I do best." ☆

"Dá-me um post!" - convidada Débora

A minha convidada, desta vez, é uma das minhas bloggers mais amorosas cá do pedaço... a minha querida Débora!

A Débora é , decididamente, um amor de pessoa. Sempre pronta a dar a sua palavra de conforto, um mimo e dona de uma simpatia imensa. Posso dizer que foi das bloggers com quem senti uma grande afinidade desde inicio. 

O seu blog é um pouco dela e leva-nos, inclusivamente, a viajar até á Suíça. Gosta de nos mostrar um pouco de tudo. Seja sobre a sua Lucy, sobre ela mesma, cinema, cultura, arquitectura, natureza, etc. 

Querem viajar sem sair do sofá? Visitem o blog Heidiland

"A convite da nossa querida Vih partilhamos um dos nossos posts. O texto é relativamente recente e fala de uma das paixões da nossa amiga: o chocolate.Desejo a todos uma boa e doce leitura.

 

"Há chocolates (na Suíça)?  - Sarcasticamente

 

A pequena provocação da blogger Sarcasticamente inspirou-nos nesta época festiva para escrever um post sobre o museu do chocolate. Os suíços são mundialmente conhecidos pelos seus chocolates, mas penso que a maioria dos nossos leitores desconhece a marca suíça Läderach.

 

A marca tem dois museus na Suíça: um em Bilten (Cantão de Glarus) e outro em Vevey (cantão de Vaud). Hoje iremos falar apenas do primeiro, que conhecemos. A entrada no museu custa 10 francos (as crianças até aos 7 anos não pagam) e inclui um vale de 5 francos para gastar na loja. A visita dura cerca de 30 minutos e durante esse período aprende-se a história e produção do chocolate, conhece-se a área de recreação (confecção dos bonecos em chocolate), assiste-se a uma pequena sessão de cinema e no final prova-se chocolate. A informação (brochuras) encontra-se disponível em alemão e inglês.

 

Confesso que nunca visitámos o museu, mas somos clientes fiéis da loja outlet, onde se podem comprar chocolates artesanais a metade do preço. A loja situa-se na entrada do museu. Sigam a nossa sugestão e venham conhecer este museu e aprender um pouco mais sobre o pecado que é o chocolate."

 

P.s.: Desculpa Vânia, mas estavas a pedi-las :P 

 

Beijinhos e tive todo o gosto em participar. "

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E vocês já viram como me tratam por aqui? Até parece que eu gosto de chocolate... 

Obrigada minha linda, pela tua participação e por seres sempre como és.  (p.s.: coloquei a ultima parte do email para verem como me tratas! )

 

Gostaram da partilha da Débora? Também gostavam que ela partilhasse os chocolates com vocês não era?! Eu gostei imenso e fiquei com água na boa (mentira! Não gosto nada de chocolates..)

 

A minha próxima convidada, que espero que aceite este desafio, será a sempre simpática Melhor Amiga Procura-se

Até á próxima...

"Dá-me um post!" - convidada Filipa Iria

 Olà gente! Sei que tenho andado um pouco parada com as rubricas mas a falta de tempo assim o manda. Mas, cá estou eu com a minha "mai nova". 

Desta vez a minha convidada é a minha sempre querida Filipa Iria.

A Filipa, além de ser lindíssima (como podem ver), é sempre de uma simpatia extrema. O seu blog é um pouco dela, dos seu quotidiano, dos seus objectivos e brinda-nos sempre com os mais variados temas.

Aconselho a visitarem esta pequena pois são sempre recebidos com simpatia e com  uma enorme doçura! E, já agora, podem dar-lhe os parabéns atrasaditos pois a menina fez ontem 24 aninhos! Parabéns princesa... 

O post que ela escolheu é bastante interessante e, a mim,  diz-me muito. Vamos ler?

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"Antes de mais, tenho duas coisas a dizer: muito obrigada pela escolha fofinha e claro, adoro o teu cantinho! Depois, escolhi este post porque, assim como eu, muitas pessoas já perderam alguém e sinto que esta minha publicação pode ajudar alguém que esteja neste momento a tentar lidar com a dor da perda. Para além disso é daqueles posts em que o meu coração está ali, como um livro aberto."

 

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"Deveria estar concentrada em reis, equações, tabelas periódicas ou nos Lusíadas. Mas a minha cabeça estava longe, muito longe daquelas salas, dos professores e até mesmo das pessoas que me rodeavam. Eu estava ali, mas a minha mente não parava um minuto. Naquela idade era suposto não haver preocupações. Mas a vida escolheu diferente. Eu tinha-as. Muitas. Penso para mim mesma que cresci rápido demais, nesse sentido. Aprendi cedo que aquilo que a vida nos dá, também nos tira. Que nada nem ninguém na nossa vida é garantido. Que hoje podemos ter e amanhã já não. Consigo recuar no tempo e descrever detalhadamente os dias mais tristes que já vivi, mas não o faço. Tinha apenas catorze anos. Apenas catorze anos. Ninguém, em idade alguma, está preparado para lidar com a perda de alguém. Permitam-me dizer, com a morte de alguém.

 

Hoje, praticamente nove anos depois de perder o meu pai, permito-me ficar triste uma ou outra vez. Escrevo-lhe muito também. Ajuda-me. Não superei, mas aprendi a viver com a dor. Há dias que a saudade fala mais alto, é verdade. Mas vamos vivendo, com a ausência, com a falta, mas vamos vivendo. Nas datas especiais, em ocasiões especiais, desejamos que aquela pessoa estivesse ali a celebrar connosco, a orgulhar-se de nós. Nesses momentos dói. Dói muito. Mas também nos dá muita força. Para me esforçar, me empenhar e o orgulhar.

 

Quando perdemos alguém aprendemos a viver com um aperto no peito. Que não passa. Um vazio. Que ninguém preenche. Uma dor que o tempo não apaga, mas que apazigua."

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Um obrigada à Filipa pela disponibilidade e, claro, pelo carinho. Foi um prazer ter-te por cá. Revejo-me imenso no post com que nos brindaste e tenho a certeza de que o mesmo acontece a muitas pessoas. Obrigada!  

Gostaria agora de convidar a minha querida Débora para esta rubrica. Ela já esteve na minha "mai velha" e gostámos imenso de a ter por lá, não foi? 

"Dá-me um post!" - convidada Kikas

Olá gente. Então vamos à minha "mai nova"???

A minha convidada, desta vez, é a fofinha aqui da zona: Kikas! Já foi minha convidada na rubrica "mai velha" pelo que não sei que mais dizer sobre ela. Todos nós conhecemos o seu lado maternal e fofinho. Todos nós sabemos que é a sua maneira de ser : a distribuir carinho tal qual um "kamehameha" do Son Goku mas com coraçõezinhos à mistura de todas as formas e feitios.  E é assim que gostamos dela.  Vamos ao seu post? 

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"Já tenho a carta de condução vai fazer este ano 12 anos, passei no exame de código com uma ou duas respostas erradas, já não me recordo bem, mas o pior estava para vir.... O(s) exame(s) de condução.... Sim meus caros/caras eu fiz mais do que um exame de condução, para ser mais exacta fiz três!!! Eu bem sei que três é a conta que Deus fez, mas a conta bancária dos meus pais não ficaram muito abençoadas depois disto.

Ora bem vou tentar resumir ao máximo os meus três exames, a vergonha, a humilhação e a dignidade que deixei perdidas na DGV da Expo....

Exame nº 1: Fui da minha escola de condução com uma colega da mesma escola (como é usual), uma senhora de meia idade e de origem indiana que pouco falava português, chegámos à DGV e saiu de lá o "Sr. Engº" (por acaso gostaria de saber qual a vertente de Engenharia que este supostos engenheiros seguiram e qual a instituição, dado que quando frequentava a Faculdade dava-me com imensa gente do Técnico e nenhum deles 'seguiu' esta vertente) com um sorriso incrível, NOT!! Perguntou logo quem queria fazer o exame em primeiro lugar e a minha colega ofereceu-se, para grande alívio meu.

A senhora começou a conduzir e chegámos a uma mega rotunda lá para os lados dos Olivais e o "Sr. Engº" disse-lhe "Vire na primeira à direita", qual não é o meu espanto/choque quando a senhora, para além de não ter abrandado ao entrar na rotunda, fazendo desta forma com que os carros que seguiam dentro dela abrandassem para não nos albarroarem, vira o volante para a primeira saída mas EM SENTIDO CONTRÁRIO!!! O "Sr. Engº" vociferou a plenos pulmões "Na primeira à direita do seu sentido e não em sentido contrário, ia-nos matando aos quatro!!". Andámos mais um pouco, chegámos a uma ruela aonde a minha colega não conseguiu estacionar à primeira, segunda ou terceira...

Seguiu o meu exame, o "Sr. Engº" pediu-me para fazer marcha-atrás e eu pisei a linha da estrada, só, somente e apenas... O meu instrutor ainda tentou interferir por mim alegando que eu era mais baixinha e que não conseguia ver bem pelos espelhos, frase essa que foi rispostada com um "Isso é um assunto entre si e a sua instruenda"... Não me pediu para estacionar, para entrar em rotunda nem mais porra nenhuma, só me disse "Siga para a DGV se faz favor"!

Chumbámos as duas....Ninguém me tira da cabeça que chumbei por culpa da minha colega.... A porca.....

 Exame nº 2: Fui da minha escola de condução com um colega mitra que me contou que conduzia fazia já cinco anos sem carta de condução de Sacavém a Sintra todos os dias, e nunca tinha sido apanhado, segundo ele. Chegámos à DGV e saiu de lá o "Sr. Engº", o mesmo "Sr. Engº", o mesmo!!! Caramba que não tenho sorte nenhuma, tanto "Engº" e tinha logo que me 'calhar na rifa' o mesmo? Aparentemente sim.... Este exame não tem grande histórias porque os nervos eram tantos que fiz tudo mal, desde a não parar em Stop's, a não conseguir estacionar, foi o descalabro dos descalabros, fiz tanta coisa mal que não me lembro de metade, acho que o meu cérebro está a esconder de mim esses factos para me manter mentalmente sã.

Exame nº 3: Fui da minha escola de condução com uma colega, chegámos à DGV e saiu de lá o "Sr. Engº" e eu pensei 'Milagre, Eureka não é o mesmo trambolho das duas últimas vezes. A minha colega foi em primeiro, como se tinha tornado da praxe, e eu fui a seguir. Estava mais calma, fiz (quase) tudo relativamente bem até o "Sr. Engº" me mandar seguir para a DGV e ter proferido a (quase) fatídica frase antes de chegarmos a uma rotunda "Agora encoste-se à direita", o que eu fiz.... Mas pisei a porra do traço contínuo... Obviamente que fiquei desde logo com os nervos em franja, mas o pior estava para vir.... Entrei no parque da DGV em terceira!!!

Quando encostei o "Sr. Engº" dirigiu-se para a minha colega e dizendo-lhe que tinha passado, virou-se para mim e perguntou "E o que é que eu faço consigo?" Eu desatei num pranto despropositado e vergonhoso e disse-lhe "Olhe chumbe-me, já é a 3ª vez que cá venho e acho que está mais do que provado que não tenho jeito para isto", isto tudo com as lágrimas a jorrarem-me dos olhos qual criança de três anos quando não lhe compram um brinquedo num hipermercado. O "Sr. Engº" ainda me tentou consolar dizendo-me que já tinha feito exames a pessoas que tinham chumbado sete vezes "Sete vezes? Sete vezes? Para mim esta é a última, não estou mais para isto, não fui feita para conduzir", continuando a minha birra adulta, mas o "Sr. Engº" passou-me.... Com aquelas figuras dignas de uma telenovela mexicana de segunda, de depois de um dramallhão de faca e alguidar e depois de ter deixado toda a minha dignidade naquele parque de estacionamento: passei...finalmente...Para grande júbilo dos meus pais.

 Desde aí que nunca mais fui a mesma pessoa, mas posso dizer com orgulho que em 12 anos só bati duas vezes.... Sendo que ambas foram em carros parados.....

 Hoje em dia não me considero má condutora, mas a realidade é que pouco conduzo apesar de ter comprado um carro com mudanças automáticas que me facilitaram bastante a vida, aquela cena de ter que meter o pé na embraiagem e meter uma mudança cada vez que queremos que o carro desenvolva não é para mim, acelerar, travar e utlizar somente o pé direito isso sim já é a minha praia .Considero-me melhor 'pendura' do que condutora, embora hoje em dia esteja mais arisca, contudo com conta, peso e medida: levar o carro para o meio de Lisboa é que não violão!!! Mas tenho esperança que um dia isso suceda, a esperança é sempre a última a morrer, o pior é se morre como a culpa: Solteira!"

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Espero que tenham gostado do post da Kikas. (Como sempre, adorei a tua participação.  Obrigada por teres contribuido para o meu Blog.) 

A próxima blogger que gostava de convidar, é a minha querida e linda Filipa Iria. Espero pela tua participação (caso aceites, claro!). Beijinhos às duas. 

"Dá-me um post!" - convidado Sr. Solitário

Peço desculpa por ter tido as minha rubricas em stand by. Infelizmente não tive tempo para andar por cá nestas últimas semanas.

Mas, posso dizer que voltei em grande pois o meu convidado, o  Sr.Solitário, tem um dos posts que mais me chamou a atenção por estes lados e que mostra o lado mau de algo que me faz comichão em toda a minha alma: O Preconceito

Vamos conhecer o post do Sr.Sol?

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-Olá a todos. Fui convidado para esta rubrica que me agrada imenso. Primeiro porque gosto imenso da Vânia, e depois porque adoro a ideia de podermos partilhar um dos nossos posts preferidos para que mais pessoas da blogosfera o possam ver e comentar.
Escolhi este post sobre preconceito porque é algo que, infelizmente, me aconteceu e do qual arranca muita perplexidade para quem o lê.
O ser humano é capaz de fazer um ato tão cruel para com outro ser, e tudo por causa de uma diferença que para muitos não é aceite.
 
 

"Já assumi aqui no blog a minha homossexualidade. Fui bem aceite por esta sociedade  da blogosfera, o que me deixa bastante animado.

Por ser diferente, ou seja, por ter uma orientação sexual diferente, algo que ainda não é tão bem aceite assim nesta sociedade, já fui alvo de muitas situações de preconceito. Desde a humilhações em público, piadas e olhares desagradáveis, ao longo destes quase 30 anos, já passei por um pouco de tudo.

 

Contudo, a situação que hoje vos vou relatar, por mais inacreditável que possa parecer, aconteceu! Uma situação de puro preconceito, uma atitude por parte de um ser humano que não aceita tal facto e o mostrou da pior forma possível.

 

Era domingo à tarde. Estava entediado em casa por não ter o que fazer. Decidi ir caminhar um pouco pela rua para desanuviar a cabeça, aliviar a tal irritação que se instalou em mim.

Na minha caminhada, passei por um café onde estavam alguns jovens cá fora, não sei precisar quantos nem quem eram, e isso foi um dos maiores erros da minha vida.

 

Ao passar pelo estabelecimento oiço piadas do género:

"Olha o paneleiro!";

"Vai levar no cú o filho da p***";

"Mata-te seu porco!";

"És um nojo, és um lixo".

 

Ignorei tais comentários e continuei a minha caminhada. Nestas situações é melhor desprezar, é o que esse tipo de pessoas merece. Mesmo que reagisse, iria ser pior, pois eles eram muitos e eu estava sozinho.

Talvez eles quisessem mesmo que eu reagisse para terem uma oportunidade de mostrarem o seu desagrado para comigo de uma forma mais violenta. Eu nunca lhes dei esse gosto.

 

Ao regressar, algo no meu instinto me dizia para não passar pelo mesmo sítio onde fui humilhado, mas como eu não fiz mal a ninguém e nem me apetecia ir por outro sítio mais longo, arrisquei. Maldita a hora em que o fiz.

 

Eles continuavam lá, estavam a ouvir música. Uma música dos Da Weasel, nunca mais me esqueço! Atravessei a rua na passadeira sem olhar uma única vez para o café e para o que se passava ali.

Porém, de repente, senti uma dor lancinante na cabeça. Instintivamente levei a mão à parte de trás da cabeça, senti um golpe, voltei a mão e vi que estava suja de sangue. Cambaleei até ao passeio. Na passadeira jazia uma grande pedra no chão. Aquela que me atingiu, atirada por alguém que se escondeu de seguida pois, ao olhar para o café, este encontrava-se deserto.

Um deles veio espreitar para ver se eu estava vivo ou coisa do género e voltou-se para dentro logo depois. Ninguém me perguntou se estava bem, ninguém me ajudou. Foi o preço que paguei pelo desprezo.

 

Fiz o caminho de regresso a casa cambaleante, a dor na cabeça era insuportável, deixava-me zonzo. A ferida não parava de sangrar. Cheguei a casa e não consegui dizer mais nada. A minha mãe olhou-me e perguntou o que tinha acontecido, alarmada. Contei-lhe tudo, as lágrimas corriam pelo meu rosto sem eu conseguir impedi-las.

Imediatamente ela ligou para a GNR. Perguntaram-me se eu tinha visto quem me atirou a pedra, eu respondi que não. Ouvi do outro lado da linha "Então não podemos fazer nada".

 

A minha mãe, completamente fora de si, foi ao café disposta a resolver o assunto pelas próprias mãos, como um animal feroz defende a sua cria.

"Eu quero saber quem atirou uma pedra ao meu filho?! Acusa-te seu covarde!" - gritou ela. Ninguém se acusou. A senhora do café disse não saber de nada, estava claramente a mentir, pois foi ela quem o escondeu, vim a saber mais tarde.

 

O caso foi encerrado ali. Nada mais havia a fazer, ou se havia, nós não sabíamos como agir.

Um paneleiro apedrejado na rua. Ninguém foi culpado, eu é que sofri todas as consequências físicas e psicológicas que advieram daí. Talvez a culpa foi minha, quem me manda ser como sou? É... a culpa deve ter sido minha...

 

Ouve alguém que lá estava nesse dia e me disse quem me atirou a pedra, mais tarde, talvez por descargo de consciência. Pelo menos, eu sei quem foi.

 

Cruzo-me com ele por diversas vezes. Ele nunca me olha nos olhos, não me encara. É o maior covarde que eu conheço neste mundo.

Um dia, quando tiver oportunidade, dir-lhe-ei que nunca, mas nunca, o perdoarei! Tudo se paga neste mundo, eu acredito muito nisso, e um dia ele me pedirá ajuda e eu irei recusar... não sei! Eu sou muito diferente dele.

 

Nunca lhe vou perdoar. Se o fizer, não só estou a perder o respeito por mim próprio, como também daqueles que, como eu, todos os dias luta contra este maldito preconceito."

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E vocês? O que acharam deste post? Também vos trouxe as emoções à flor da pele? Confesso que a mim me deixa sempre imensamente triste por saber que as pessoas passam por estas coisas e que ainda existe gente sem humanidade por este mundo. Obrigada Sol, por teres aceite o meu convite... 

A minha próxima convidada? Quero convidar a maior fofinha aqui da zona: Kikas

"Dá-me um post!" - convidada Mula

A minha convidada desta semana, da minha rubrica "mai nova", é uma das minhas pessoas e bloggers preferidas cá do sitio e é detentora de dois dos blogs mais divertidos e mais deliciosos do Sapo. Já perceberam quem é?

Ela é divertida. Ela é simpática. Ela é sensível. Ela é resamungona. Ela é humana. Ela é amiga. Ela é.. (Ah. Já disse tudo na outra rubrica.) Pronto... Ela é a minha querida DiMula

Curiosos com o que aí vem? 

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"Olá minha linda,

 
Antes de mais, muito obrigada pelo convite. Confesso que mal recebi o teu convite que me lembrei de um dos meus post's favoritos, que escrevi logo no início, quando criei o blog, que é também um dos que me descreve melhor, as minhas mudanças mais recentes para a vida adulta. Espero que gostem!"

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"Houve um dia em que tudo mudou, e eu não dei por nada.

 

Nesse dia, deixei de olhar para os adolescentes e deixei de sentir que também poderia fazer parte do grupo. Estes agora, para mim são seres alienígenas que falam uma língua que eu não entendo, que se vestem de uma maneira que eu não aprovo e fazem coisas que eu não faria.

 

No dia em que tudo mudou, deixei de conseguir ter loiça suja na cozinha, e o chão por aspirar. Deixei de sair de casa sem fazer a cama. Deixei de dormir descansada com tudo por fazer. No dia em que tudo mudou, passei a ter menos tempo para mim, e mais tempo para a casa onde vivo.

 

No dia em que tudo mudou, deixei de olhar para a vida como um jardim florido, e um céu azul, passeei menos, e passei a sorrir menos, a chatear-me mais e a ser um pouco menos feliz, porque deixei de olhar para as coisas com um olhar de criança. Uma criança olha tudo como se fosse a primeira vez, com um encanto e doçura que eu também já possui. Mas houve um dia em que tudo mudou.

 

No dia em que tudo mudou, o meu cabelo mudou - ficou mais baço -, a minha pele mudou - ganhei mais rugas -, a minha postura mudou - fiquei mais curvada. No dia em que tudo mudou, passei a achar tudo normal e tudo patético, passei a achar tudo falso e cópias de tantas coisas. 

 

No dia em que tudo mudou, deixei de crer nas pessoas, deixar de querer acreditar em histórias, deixei de crer na inocência e no arrependimento. No dia em que tudo mudou, deixei de querer agradar aos outros, de me agradar a mim própria e o sol ou chuva deixou de ser importante.

 

No dia em que tudo mudou, preocupei-me menos, emocionei-me menos e compliquei menos. Em contrapartida, acomodei-me mais, aborreci-me mais e optimizei-me mais. No dia em que tudo mudou, passei a ser mais prática, menos dependente, e mais arrogante. No dia em que tudo mudou, os dias deixaram de ter uma cor vibrante e passei a viver mais apaticamente.

 

Houve um dia em que tudo mudou e eu também mudei, deixei de ser menina, passei a ser mulher. Dizem que crescer é isto..."

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Oh minha querida, adorei! E vocês também gostaram, certo? É um texto deveras interessante e com o qual muitos de nós se podem identificar.. Obrigada por teres aceite o meu convite e por teres respondido tão prontamente. 

O meu próximo convidado é um menino, o qual eu considero que, apesar de ter um blog recente, tem já diversos post's com assuntos bastantes pertinentes e qualquer um deles seria bem recebido nesta rubrica. Já sabem quem é? Um doce de rapaz, sensível e um dos bloggers mais simpáticos de sempre... O Sr.Solitário! Bem-vindo ao meu cantinho e espero que aceites e que gostes de por cá estar.

"Dá-me um post!" - convidada Carolina

E, depois de darmos os Parabéns ao nosso querido Sol, vamos voltar á minha mai nova"?

A convidada desta semana é uma blogger que é sempre uma simpatia e cujo blog nos enche sempre a alma com Paz, Tranquilidade e muito Amor... É a nossa querida Carolina Cruz, pois claro! Os seus textos são muito convidativos por isso podem sempre visitá-la que serão muito bem recebidos. Vamos lá ao post que ela escolheu para nos presentear?

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"Olá minha querida, obrigada desde já pelo convite, como eu fiquei contente por ter sido convidada! :)

Escolho este post, porque é um dos textos de ficção que me deu mais felicidade escrever, pois surgiu naturalmente após uma noite de sono e com sonhos variados. Por vezes quando vou descansar também vou trabalhar, mesmo sem saber. :P 
Foi super engraçado porque a primeira coisa que fiz mal me levantei da cama foi vir ao computador escrevê-lo e acrescentando história fictícia ao pouco que sonhei, nasceu este texto, espero que gostes/m!

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"Uma festa, vários amigos, uns tantos conhecidos e outros que nunca vira na vida.
Por entre a multidão havia uma cara que não era de todo desconhecida. Um rosto doce e um sorriso falador e simpático que quando me viu sozinha conversara comigo.
Falámos sobre tanta coisa e não falámos de nós, quem eramos, de onde vínhamos e no entanto houve um sabor estranho em toda aquela forma de conversa, eu gostava, adorava como nos velhos tempos, quem seria este sujeito que me traria ao meu futuro tropeçado no meu passado? Eu não o reconhecia, ele não me reconhecia e eis que soltou uma gargalhada e o meu coração estremeceu como se todo ele tocasse e se queimasse na ferida que não tinha sarado.
- Pedro.
- Como sabes o meu nome?
Nada disse, fugi, o tempo tinha passado por nós, estávamos diferentes por completo, mas talvez não em tudo, se não jamais reconheceria o homem que amaçara o meu coração, o homem que tão rapidamente me cativara e me rejeitara, aquele que me dissera que era a mulher mais certa na sua vida e no segundo seguinte nada fui com toda a certeza.
Reparei que ele corria atrás de mim, como um vulto que não queria que me encontrasse de novo, mas ele embora não me tivesse reconhecido, ainda conhecia as minhas entranhas e todos os esconderijos que me abrandavam.
Eu já o tinha esquecido - pensava, porque é que o coração teimava em me acordar e me fazer recordar tudo o que ainda estava guardado em mim? Ele não pode voltar assim e fazer com que me apaixone como se da primeira vez se tratasse, não agora, não já, não enquanto não sararem as feridas, enquanto eu ainda me lembrar de tudo o que fez.
Chorei, caí sobre o muro da varanda e deixei que as lágrimas me tomassem e ainda assim ao ver-me chorar ele não me reconhecera, só no fim de me fazer olhá-lo nos olhos é que reconhecera o brilho dos meus, exatamente iguais no momento em que ele partira.
- Raquel?
Baixei de novo os olhos.
- Como não te reconheci? – Sorriu. Eu não retribui o sorriso, ainda me custava sorrir, ele não me reconhecera, como pude ainda dar uma oportunidade de falar?
- O tempo passou por nós, já não somos os mesmos. Como é que deixámos que acontecesse?
Ele não percebera a minha pergunta.
Sim, como deixámos que tudo recomeçasse. Eu não pretendo amá-lo de novo, não como antes.
- Quanto esperei por este momento. – Disse-me.
- Porquê?
Tinha passado tanto tempo… Se esperava porque não procurava?
- Como não reconheceste o meu coração destroçado?
- Porque o teu sorriso continua lindo e eu apaixonei-me, mesmo sem te reconhecer, no primeiro momento em que entraste pela porta… Como pude…?
Apetecia-me beijá-lo, mas não podia ter essa intenção, sairia magoada como todas as outras vezes em que ele me despertara amor.
- Depois tudo, depois de todas as mulheres em que tropecei, eu sempre me lembrei de ti. Dou graças a Deus por este pequeno presente do agora.
- Não podes dizer isso… outra vez, da mesma forma.
- Eu recordo-me de todo o mal que te fiz e toda a vez que me perguntei ao longo destes anos se tivesse uma máquina do tempo o que faria… eu voltava para me redimir e poder amar-te todos os dias.
Eu chorava, nada mais conseguia fazer se não isso.
- Eu não te fui indiferente, eu estou diferente, deixa-me dar-te a oportunidade de reconsiderares, de poder te abraçar, só te peço isso. – Disse-me.
E abracei-o como se abraça o mundo, a minha alma despedaçada compôs-se e só me apetecia morar de novo naquele abraço.
Será que o amor é mesmo isto, mesmo receando tudo voltamos a quem nos fez felizes mas que não nos amou por inteiro, considerando que tudo merece uma segunda oportunidade simplesmente em busca da felicidade? Receio que sim."

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Gostaram? Eu gostei imenso! Aliás, gosto sempre dos seus textos... Muito obrigada minha querida, Carolina Cruz! Foi um prazer enorme ter um dos teus textos no meu blog. 

E a minha próxima convida para esta rubrica será uma das pessoas que eu mais estimo por cá e que me tem colocado diariamente a rir. ..A minha DiMula

 

"Dá-me um post!" - convidada Nay

Desta vez a minha convidada para a minha "mai nova" é a divertida e amorosa Nay do blog Curiosidade Feminina. Estava curiosa por saber qual a sua escolha pois o seu blog é como o meu, com um pouco de tudo e de mais alguma coisa! Tirando o facto de às vezes me tratar "mal" a Nay é uma blogger divertida e, quando quer e só quando quer, é uma amorosa...Mas, a verdade é que nos recebe sempre bem no seu cantinho e espero, este Verão, ter a oportunidade de beber um cafézinho com ela nas minhas férias.  

Claro que queria tentar brincar um pouco mais com ela nesta apresentação que faço sempre mas o tema do post com que ela nos brindou é sério e confesso que me é bastante conhecido além de ser bastante actual. Vamos lá espreitar então o post da Nay? 

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"Dá-me um post!" - convidada Chic'Ana

Chic. Sooorry! Esta cabeça...
E o que se passou? Como fiz outro email por causa do blog, a hotmail sincronizou ambos. Ora, andei 2 semanas a dizer que a Chic era má e que se tinha esquecido da minha pessoa, quando ela já me tinha mandado isto há 2 semanas!  Inclusivamente, eu tinha visto e respondido.  Desculpaaa. haha.
 
Então vamos à minha "mai nova"? A convidada é a minha mais querida blogger de todas, a Chic'Ana! Acho que ela dispensa apresentações pois penso que, por aqui, todos a conheçam e conheçam ainda melhor as suas peripécias. Todos os dias ela tem coisinhas novas com que nos brindar e com as quais nos fazer rir. Obrigada por isso... Até nos dias mais em baixo tu consegues fazer-nos sorrir!  E claro, sabes que és a minha blaranja  
Vamos então ao seu post? Curiosos? Eu já me ri imenso à conta disto (como sempre!). 

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" Estive sinceramente muito dividida entre o meu post do esqueleto e este que aqui vos trago. Escolhi-o para verem como o desastre é algo de família e não somente inerente à minha pessoa. Espero que gostem.

Este post é dedicado à minha muito querida irmã e vocês vão perceber o porquê!

 

A minha irmã é daquelas pessoas que adora inventar máscaras de beleza, quer de pele, quer de cabelo. Há uns dias que me andava a queixar de ter o cabelo muito seco. Já lhe tinha dito que ia comprar um bom hidratante, daqueles ditos normais, que geralmente se encontram à venda em estabelecimentos comerciais, ao que ela respondeu prontamente que tratava disso.

Ontem fui para casa a pensar que ia fazer o tratamento ao cabelo e não me enganei. Mal cheguei já ela tinha a máscara pronta: uma máscara artesanal de banana e mel. O cheirinho era agradável e aceitei prontamente em experimentar!

NUNCA, mas NUNCA deixem que vos coloquem tal máscara na cabeça, ou pelo menos, nas quantidades que ela misturou. Tudo começou bem, até que a máscara solidificou no cabelo, ficou de tal forma que parecia pastilha elástica, ela começou a entrar em pânico, eu comecei a entrar em pânico.. e....

 

Chic' Ana e K: MMMMMÃÃÃÃEEEEEEEE!!! (ao mesmo tempo e muito alto);

Mãe: O que é que andam a tramar desta vez?

Chic' Ana: A K. acabou literalmente com o meu cabelo!! Ele estava seco, agora vou ter de o cortar todinho...

Mãe: Vai já para a banheira, vamos tentar salvar o que ainda der para salvar!

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....Após 4 lavagens e umas 8 utilizações de amaciador e máscara amaciadora, com muitos ai's à mistura, o cabelo lá ficou mais ou menos apresentável.... E ainda mais seco!! Levámos um raspanete da mãe como há muito não levávamos, que acabou numa grande gargalhada pois ela não se conseguiu conter até acabar o raspanete... Enfim.... Já tiveram alguma experiência semelhante?

 

Hoje já me consigo rir, mas ontem... Chorava!! "

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Não poderia esperar outra coisa de ti, Chic'Ana Vocês gostaram? (Como podem não gostar?! Era impossível...) Obrigada minha querida e desculpa lá a confusão...  Isto entre nós só poderia ser assim. Nem tinha piada se fosse de outra forma. 

Bem, então e a minha próxima convidada quem será? Quero convidar a minha amorosa Nay para participar na minha "mai nova".  Curiosos? 

Beijinhos e até para a semana!

"Dá-me um post!" - convidada Sofia

Vamos à minha rubrica "mai nova"?

A minha convidada desta vez é a minha queridíssima Sofia do  Blog música para alma vibrar! Vocês certamente já conhecem a Sofia que é uma querida daquelas que nos fazem sempre sentir bem-vindos no cantinho dela, que tem a capacidade de nos fazer sentir acarinhados até no nosso próprio cantinho e é sempre divertida e bem-humorada, disso não há duvidas! 

O seu blog é, como o próprio nome indica, sobre música mas este post tem um sabor especial. Vamos ver porquê?

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 "Bom dia a todos!

Espero que tenham tido um fim de semana agradável apesar da chuva.

Ora bem, como a semana passada a blogoesfera estava invadida de posts sobre o dia dos namorados e como esse dia para mim é puro marketing, pois o amor deve ser celebrado todos os dias, em pequenos gestos esta semana vai ser a semana do amor!

 

Existem vários tipos de amor, de pai, mãe, irmão, irmã, amigo, amiga, marido, mulher, namorado, namorada e muitos outros, todos eles únicos e diferentes, mas importantes para a nossa alma e existência.

E quero desde já homenagear o amor entre pai e filha, se existe um homem que sei que vou amar eternamente para além da minha existência é o meu pai!

 

Pai, tu foste pai e mãe, criaste-me sozinho, tudo o que sou devo-te a ti e obrigado por isso, sei que és aquele que estará sempre que eu precisar, tal como eu estou lá quando precisas, passamos por muitos obstáculos ao longo da vida, mas conseguimos superar com o apoio um do outro!

 

Mas esta semana será dedicada ao amor entre um homem e mulher, ou qualquer opção que tenham, aqui não há descriminações!

A vida é feita de amores, desamores, encontros e desencontros e foi a pensar nisso que escolhi cada música, espero que gostem!

Hoje trago-vos  Michael Bolton, com esta linda música e vídeo, sem falar nele próprio, a única coisa que está a mais é o cabelo, mas felizmente ele já cortou.

Stay tune! "

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Obrigada minha querida, sei o especial que é para ti este post e fico muito contente de o ter no meu (nosso!) cantinho. Adorei a tua escolha e certamente que a maltinha também!!! 

A minha próxima convidada só pode ser alguém que jamais poderia faltar no meu blog... Quem será? Adivinham? É fácil... a Chic'Ana!!! A blog mais desastrada, amorosa e divertida cá da zona! A minha blaranja!  Ansiosos? Eu estou! 

 

"Dá-me um post!" - convidada Vida&Estilo

Vamos começar a semana com a minha rubrica? E quem é a minha convidada? Lembram-se? Então, é uma das bloggers mais queridas da blogoesfera, a super simpática... Vida & Estilo do blog Minha Vida o Meu Estilo! E agradeço desde já que tenhas aceite tão bem este meu convite!  Obrigada! Vamos ao post escolhido por ela?

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"A minha escolha recai sobre o meu primeiro post no blog do sapinho e diz muito acerca dos meus dias com os meus filhos! 

Apesar das birras que fazem são uns doces! 
Para além de ter sido um dos meus primeiros post foi o meu primeiro destaque que me deixou completamente boquiaberta quando abri o sapo blog e vi o meu post em grande destaque! 
Liguei de imediato ao meu marido completamente histérica por causa do sucedido! 

Porque os filhos fazem birra?

 Porque fazem os nossos filhos birras???

Sinceramente às vezes sou eu que quero fazer birra quando eles começam as deles! Género aquele video que apareceu há uns tempos no facebook onde uma mãe no supermercador quando o filho lhe pede coisas e faz birra ela imita! 

Hoje apeteceu-me fazer o mesmo!

Explico! O meu filho mais novo desde que começou a escola tem feito birras todos os dias de manhã desde que acorda até chegar à escola! 

Ou porque não quer as meias, ou porque o leite não tem chocolate, ou não quer a camisola do colégio ou por isto ou por aquilo!

Ele arranja sempre solução para fazer uma birra! 

Começo a ficar um pouco cansada e sinceramente sem saber o que fazer! Inicialmente tentava conversar com eles e saber o porquê da birra! Quando verifiquei que tal não funcionava optei por outro método. 

Como qualquer mãe cheguei também a ameaçar com castigo em casa, pois as birras eram feitas no meio da rua! Mas para quê se quando chegam a casa já não se lembram o porquê do castigo?  Ou os castigos são dados na hora ou então não vale a pena a reprimenda 30 minutos depois. 

Outra atitude que tomei e que até agora tem resultado é por exemplo no supermercado quando pedem qualquer coisa que não quero dar, peço-lhes que façam algo (arrumar quarto, comer sozinhos, ajudar em casa) para merecerem o que querem! Se naquele dia até se portarem bem e arrumarem tudo e comerem sozinhos no dia a seguir sabem que vão comprar! Mas atenção se houver uma briga entre os irmãos ou alguma resposta mais torta acabou-se, perdem o direito à prenda.

Esta é só uma das tácticas que uso... a mais recente e que descobri ser capaz de fazer e que funciona lindamente com os meus é mesmo ignorar e continuar a fazer o que estava a fazer. Se for no supermercado e começarem a fazer birras sigo "viagem" e continuo as compras. Se for em casa continuo o que estava a fazer, eles chegam a um ponto que param de chorar e os meus ainda vêm perguntar porque estou calada se estou chateada com eles. 

Quando eles se acalmam explico-lhes que realmente estava chateada por eles estarem a fazer birra e a desobedecer à mãe! Que tudo o que fizeram eu não gostei! 
Sinceramente gente... resulta muito bem porque logo de seguida pedem desculpa e dão-me crianc3a7a-fazendo-birra-o-que-fazer-com-a-birra-ibeijos!

Mas tentar que o pequeno entenda que tem que se vestir de manhã, tomar leite e ir para a escola está a tornar-se cansativo... por mais que ignore e lhe vire costas o rapaz mais chora mas eu não cedo... só que começo o dia exausta! 

O estranho é que entra no carro e ainda vai a resmungar chega à escola dá-me um beijo e vai para a aulinha sem problema algum!

É ou não é só para aborrecer?

 Mãe sofre!"

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Obrigada, minha querida! Vocês gostaram tanto como eu?  Como não sou mãe adorei ver o "outro lado". E já deu para perceber que não é só querida como blogger mas também como Mãe! 

A próxima convidada será a minha querida e sempre presente Sofia do  Blog música para alma vibrar! Vocês estão curiosos pelo post dela? Eu sei qual é e devo dizer que me comoveu... Esperem ate à próxima semana!