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A Duquesa e o Gato ♠

"I'm worse at what I do best." ☆

A minha primeira vez...

... a polir um carro!

(Pensavam que seria a quê? Obviamente que foi a polir o meu carro!!! Sim, que eu não preciso cá de homens para tratarem do meu Clio.  )

Bem, vou por partes...

Troquei de carro há um mês e vinha com a pintura um pouco baça. Solução? Polir e encerar. (Eu sou tão esperta que, tendo um tio pintor, aceitei que podíamos fazer nós mesmos!)

Ontem, o Marco trouxe a máquina de polir e a massa. Enquanto o meu rico namorado se lembrou de mudar umas coisas no carro da mãe, eu ia polindo o carro. Até aqui tudo bem. Ele esqueceu-se foi de que, aqui a Je, NUNCA tinha polido carro nenhum! Ora, limpei o carro, coloquei a massa e toca a passar com a maquineta por cima. Conforme umas dicas do tio, borrifei depois com água e, depois de um tempo, comecei a passar com um pano de flanela - que por acaso era clarinho. Olho para o pano e vejo azul! Muuuiiiito azul!!! Ela dá saltos, ela fica com os olhos marejados, ela entra em pânico, ela hiperventila... O Marco olhou para mim e perguntou o que se estava a passar. Ao que eu respondo:

-"Estou a estragar o carro! Estou a tirar a tinta!!! o pano está todo azul!! o que é que eu faço agora?? "

-"Sim, é isso que se faz ao polir. Pensavas que era o quê?"  

E eu, fiquei a olhar sem saber se ria ou se chorava.

O certo é que o carro agora está brilhante e todo bonitinho. E fui tudo eu!  

Também é certo que hoje parece que sofro de parkinson...  

       

                                                                (gif retirado daqui)

                                          (gif retirado daqui)

Há clientes e clientes...

Devo dizer que, em parte, suportam-se melhor os clientes estrangeiros do que os emigrantes. (Não estou a generalizar nem a implicar. Apenas acontece mesmo. E digo isto mesmo tendo grande parte da minha família emigrada. Volto a repetir que nada tenho contra emigrantes! )

Passo a exemplificar uma das situações de Domingo:

Restaurante perto do rio, 36Cº, 50 pessoas ainda para atender. Entre essas 50 pessoas há um pouco de tudo mas, no momento, encontrava-me a servir duas mesas. Uma das mesas era de emigrantes e outra de um casal francês.

Diferenças?

-O casal francês tentava descobrir como se diziam as coisas em português - mesmo que isso significasse dizer "durráaaadá" (dourada) e eu até "arranhasse" um pouco de francês.Os emigrantes simplesmente nem falavam português.

-O casal francês chamava-me somente para fazer o pedido. Os emigrantes chamaram-me porque queriam saber como era o peixe, de que tamanho, se cheirava "bem", qual a diferença entre eles, se a carne era bem ou mal passada, se era do lombo, se a vaca pastava em prados verdejantes, porque queriam uma coca-cola, porque afinal queriam um sumol, mas finalmente preferiam antes uma água. Basicamente eu ia buscar algo, chegava perto deles e pediam outra coisa... o cúmulo foi quando, depois de abrir uma garrafa de vinho tinto disseram que afinal queriam branco. 

- O casal francês pediu a sobremesa e café. Os emigrantes pediram sobremesas e fizeram o mesmo que com as bebidas, ou seja, era trazer e voltar para alterar o pedido. Pediram cafés: um curto, um cheio, um pingado, um em chávena fria, um com cheirinho, etc...

-No fim o casal francês deixou uma gorjeta de quase 5€. Os emigrantes deixaram papeis de gelados espalhados pelo chão, guardanapos enfiados nos copos, talheres espalhados na mesa.

 

                                             (imagem retirada daqui)

 Atenção, nada contra emigrantes. ALiás, até admiro quem consiga lutar pela vida mesmo sendo longe. 

Deixem-me aproveitar o Destaque do Sapo para fazer publicidade...

... ao "meu" Castelo!

Digam lá que não é maravilhoso?!

É tão mágico que até a Rita Pereira gostou:

https://hyndia.tv/domingo-em-grande-com-o-pai/

                                                                 (facebook Rita Pereira)

 

O Castelo de Almourol fica situado em Praia do Ribatejo, no concelho de Vila Nova da Barquinha.

 

O custo do barco de acesso ao Castelo e da visita é, no total, de 2,50€. Acreditem que compensa o belo do passeio de barco e da vista maravilhosa que se tem do Castelo para a Praia do Ribatejo, Tancos e Arrepiado. 

 Visitem que não se arrependem!

Quase nos 30 e ainda não sei quem sou.

Quando era pequena queria ser estilista... hoje em dia não sei distinguir tecidos nem cores! Passei por uma fase em que queria também tornar-me professora de música mas fiquei-me por tocar e cantar no coro da igreja até aos meus 16 anos.Quis igualmente ser veterinária, mas o meu medo de répteis e pouca tolerância a sangue roubaram-me esse desejo.

Já maiorzinha quis ser psicóloga mas a doença tirou-me essas ideias da cabeça. 

Sempre sonhei ser mãe antes dos 25 anos, já tenho quase 30. Queria ficar com o meu primeiro amor para o resto da minha vida, tive um desgosto daqueles feios e cá estou eu sem ser com o primeiro. Queria casar e ter filhos e vejo-me com quase 30 e sem nada disso. Queria ter uma carreira consolidada e estou desempregada. 

 

E o que alcancei? Até agora, várias otites e amigdalites, uma anoréxia, uma asma, uma hérnia no hiatos, uns desgostos de amor pelo caminho, alcancei o desemprego por várias vezes, fui enganada outras tantas e ficaram a dever-me dinheiro, entre outras coisas. Consegui alcançar algumas, portanto. Já não perdi tudo! 

 

Confesso que isto às vezes me faz ter dúvidas sobre quem sou e que raio pretendi eu da minha vida, quais os caminhos que segui e o que fiz de errado. Não consegui concretizar nada do que sonhei, nem nada do que pensei ser real o era. Também fui enganada tantas vezes que já lhes perdi a conta. Com quase 30 anos vejo-me sem sonhos e sem objectivos de vida. Parei no tempo e, por vezes, ainda me sinto uma miuda de 16 anos que não sabe para que lado se virar e " o que quer ser quando for grande".

Continuo aqui, sem saber que caminho seguir. Sem ter os meus sonhos comigo. Sem realizar nada do que sonhei... E é nestes dias que não sei ainda quem sou. 

Otorrinos...

Há uma coisa que não percebo (aliás, há muitas!). Uma pessoa vai ao otorrino que manda ter muiiiitoooo cuidado com os ouvidos, não usar cotonetes nem nada que possa ferir o ouvido e logo nesse instante enfia-nos uma porcaria pontiaguda pelo ouvido e aleija-nos! E eu percebo-os?!

 
 
 
 
 

Estou a voltar aos pouquinhos...

Minha gente, quero pedir desculpa se não respondo a alguns comentários ou deixei de visitar algumas pessoas mas, vai indo aos poucos! 

Tenho trabalhado 7 dias por semana (embora seja só este mês e um bocado do próximo) e ando de rastos. Vou tentar estar mais presente mas... aos bocadinhos! Isto com calma vai ao sitio!